terça-feira, 31 de julho de 2007

Paciência

essa múica do Lenine surgiu por acaso em minha vida, em meio a um trabalho de antropologia teológica,matéria que eu detesto, bom , acho que antes de falar sobre o que esta música surtiu em mim, melhor colocá-la aqui, certo?

"Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma,Até quando o corpo pede um pouco mais de alma,A vida não pára.Enquanto o tempo acelera e pede pressa,Eu me recuso faço hora vou na valsa,A vida é tão rara.Enquanto todo mundo espera a cura do mal,E a loucura finge que isso tudo é normal,Eu finjo ter paciência.E o mundo vai girando cada vez mais veloz,A gente espera do mundo e o mundo espera de nós,Um pouco mais de paciência.Será que é tempo que lhe falta pra perceber?Será que temos esse tempo pra perder?E quem quer saber?A vida tão rara, tão rara.Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma,Até quando o corpo pede um pouco mais de alma,Eu sei, a vida não para,A vida não para não.Será que é tempo que lhe falta para perceber?Será que temos esse tempo pra perder?E quem quer saber?A vida é tão rara, tão rara.Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma,Até quando o corpo pede um pouco mais de alma,Eu sei,a vida é tão rara.A vida não para não...A vida é tão rara,A vida é tão rara."

E sabe q eu tenho pensado nesta música muito mesmo.Primeiro, por que sou uma pessoa extremamente metódica com horários, chego até ser chata e confesso, é um TOC meu e se eu pensar bem, toda essa minha pressa com todos os horários amrcados me impede de curtir certos momentos, de olhar certas coisas que ocorrem a minha volta e se pensar bem, isto é um tipo de cegueira.Porém, eu percebi hoje, que por mais q eu tenho horário, no caso os benditos 15 minutos de intervalo no trabalho e eu tendo que ir a farm,ácia, que não sou tão cega quanto estavan imaginando que era.narrarei o fato, eu estava indo para a farmácia quando uma senhora um pouco a frente caiu no chão, eu sai correndo e fui ajudá-la, um outro moço também, levantamos a senhora e fiquei boba de ver quantas pessoas ficaram lá, continuando seus afazeres, sem ninguém ter uma alção para ajudar a senhora.Não, não quero me vangloriar porque ajudeia senhora,mesmo porque isto vem da pessoa que sou e de minha criação.o que fico boba é que não é que esta musica tem razão? a vida não para mesmo, e mesmo assim ela é tão rara e nós ficamso presos em afazeres e horários que acabamos nso esquecendo de aproveitá-la e apreciá-la..sei lá,só sei que surgiu meio q um momento de epifânia aquela cena...e bom,enquanto isso vou tentando ter mais paciência e quem sabe um dia, não ser tão metódica com horários, apesar de saber que eles são necessários.

Solidão

ok, Solidão, todo mundo já ouviu falar em solidão, todo mundo já se sentiu solitário.
Não existe só um tipo de solidão, como no caso de estar sozinha, sem nnhum relacionamento, existe a solidão de quem não tem amigos, e de quem não tem nem a si, estranho isso,né?mas é verdade, quem não se conhece e não atura ficar sozinho é porque tem solidão de si, pois ainda não sabe que pode se divertir sozinho(a).
Escuto várias pessoas reclkamarem da solidão, porém acredito muito em uma frase de uma música do Zeca Baleiro, cantor que eu absolutamente adoro, "Meu amor, Minha flor, minha menina;Solidão não cura com aspirina".
e acho que é justamente esta a questão, as pessoas esperam de braços cruzados esperando a solução para sua solidão cair do céu e bem, não é assim que funciona...
eu já me senti solitária, sim, muitas vezes. E já senti também a pior solidão que existe, sentir -se sozinha apesar de estar em meio a muitas pessoas e bem, felizmente hoje não me sinto amis assim.
tenho meus momentos de solidão,mas eles não são amis tão aterrorizantes...
sei lá,pq qescrevi isso,sinceramente,mas bem é como diz a descrição, vou escrever oq vier a minah mente.
bem, o trabalho me chama, diga-se de passagem, muito trabalho..
então até a próxima =)

segunda-feira, 30 de julho de 2007

Pisca - PIsca da vida

Ultimamente tenho pensado muito no ciclo da vida, e os vário ciclo que estão dentro do ciclo da vida, a nossa vida é feita de ciclos, algo começa, tem seu meio e seu fim, e assim acontece conosco, que nascemos, crescemos e por fim morremos, ao pensar obre tudo isso, me lembrei de uma citação de um diálogo entre emíla e visconde de sabugosa que ouvi no museu da língua portuguesa e me encantei.Procurei na internet e achei o livro que continha o tal significante diálogo, ao ver o título do livro, sai do meu quarto,peguei a cadeira e cheguei ao maleiro,aonde eu encontrei a minha antiga e , de certa maneira, abandonada, coleção do monteiro lobato, procuro eplo livro memórias de Emilia e procuro ávidamente pelo diálogo, não o encontrei, talvez por que não me dei ao trabalho de sentar e procurar com calma, então, recorri novamente ao google e achei...
- A vida, Senhor Visconde, é um pisca-pisca. A gente nasce, isto é, começa a piscar. Quem pára de piscar, chegou ao fim, morreu. Piscar é abrir e fechar os olhos - viver é isso. É um dorme e acorda, dorme e acorda, até que dorme e não acorda mais.[...] A vida das gentes neste mundo, senhor sabugo, é isso. Um rosário de piscadas. Cada pisco é um dia. Pisca e mama; pisca e brinca; pisca e estuda; pisca e ama; pisca e cria filhos; pisca e geme os reumatismos; por fim pisca pela última vez e morre.- E depois que morre? - perguntou o Visconde.- Depois que morre, vira hipótese. É ou não é?
[Monteiro Lobato - Memórias de Emília]

e bem, fico pensando sobre o meu pisca-pisca e me pergunto se tenho dado a devida gratidão por poder piscar...e se tenho feito cada piscada valer a pena...



Meu chalé na montanha

pois é... meu "filho", um novo blog, com uma nova intenção.. e o melhor,ele surgiu do nada,a idéia veio, e eu resolvi criar um blog, ai vem o maldio formulário para vc preencher do blog e me deparo com o campo, titulo: ... saio do pc, deito na minha cama e começo a pensar em títulos,queria um especial,algo íntimo,algo que significante para mim e não apenas mais um título bobo.
eis que surge o nome.. Meu chalé na montanha,pronto,gostei. é intimista,tem muita coisa a ver comigo.
então vou agora relatar de onde surgiu a questão do meu chalé na montanha.
Desde pequena tive muito contato com o "mato" e com animais e devido a isto e a questões de peronalidade, tenho muito contato com os mesmos e gosto muito de estar no campo e de animais, então, em um dos passeios pelo campo, um dia eu vi um pequeno chalé no vale de uma montanha, com um riacho ao lado, uma roda d´agua, daqueles que vemos em tantas pinturas, com chaminé e tudo e aquela imagem me encantou e desde aquele momento sempre sonhei em ter meu chalé na montanha com uma biblioteca e muitos animais.
mas pensando pelo aldo metfórico do chalé, acredito que seja um lugar para eu pensar, colocar as minhas idéiasem ordem e entrar em contato com o meu íntimo,um refugio em meio ao caos do cotidiano, e é justamente devido a este meu chalé na montanha metafórico, que criei este blog.
então, ainda não tenho o meu chalé na montanha igual ao que eu vi, quando pequenina, aravés da janela de um carro, e que com tantas coisas aconecend, deixou-se levar na história que deveria ter aquele chalé e que até hoje sonha em tê-lo para si.utópico? em emio ao mundo do aquecimento global, dos desastres naturais e de tudo que vem acontecendo?sim,pode até ser....
mas eu me permito sonhar,então continuarei mantendo o sonho do meu chalé na montanha e cultivarei este chalé, no qual estou me dedicando e deixano a mostra minha essência...
e por enquanto é só, espero encontrá-lo(s) ou até mesmo me encontrar mais vezes por aqui...